Professora diz ter sido vítima após fazer sexo centenas de vezes com aluno

Mary Beth Haglin, uma professora de 24 anos, está sendo acusada de manter relações sexuais com um aluno menor durante mais de seis meses. A docente, que lecionava na Washington School, Cedar Rapids, no estado norte-americano de Iowa, confessou ter feito sexo com o aluno de 17 anos “diariamente” e “centenas de vezes”.

No entanto, acusa o menor de a ter seduzido e diz ter sido “vítima” dele. Num programa de televisão norte-americano, Mary Beth acusa o jovem de se ter se aproveitado do fato de a professora ter terminado a relação com um namorado e estar num estado emocional mais frágil. “Ele me abordou num dos meus piores momentos e usou isso. Fui seduzida. Obviamente que, de início, ignorei, porque sabia que era ilegal. Mas ele era tão inteligente e com um vocabulário tão rico que fui completamente enganada”, defende a professora. 

Os dois trocaram várias mensagens e notas de amor e a professora enviava selfies e fotografias de nudez regularmente. Em outubro de 2015 começaram a ter relações sexuais. “Era quase diário, no carro dele, no meu, na casa dos pais dele. Quando senti que tudo estava fora do meu controle e tentei terminar a relação ele me ameaçou e dissee que ‘acenderia um fósforo e destruiria a minha vida'”, lamenta Mary Beth Haglin, que defende que o aluno não queria ver o fim da relação.

Depois de outro aluno ter visto a professora aos beijos com o jovem de 17 anos, Mary Beth decidiu que era momento de terminar a relação. Entregou-se às autoridades e foi expulsa da escola. Trabalha agora como stripper e aguarda pelo julgamento, que deverá começar em novembro.