Garota parte o pênis do namorado com pose preferida por amazonenses

Megan Barker, uma estudante inglesa de 23 anos, não queria acreditar quando Adam Francis, de 24, a convidou para um encontro, em 2013. O modelo e a jovem começaram a namorar pouco depois e mantinham uma relação feliz e sem percalços até o dia que os dois recordam como o pior das suas vidas: durante uma relação sexual, Megan partiu o pênis do namorado.

“Estava de costas (cavalgada) quando fiz um movimento brusco e ouvi o som de alguma coisa rasgando e um grito que me deixou arrepiada. Olhei e vi que o Adam estava em pânico e gemendo com dores. Depois reparamos que o pénis dele estava esguichando sangue”, contou Megan, três anos depois do ocorrido.

Adam correu imediatamente para o banheiro e abriu a torneira do lavatório mas, logo depois, desmaiou e bateu com a cabeça. “Fiquei histérica. Ele estava inconsciente e sangrando muito. O quarto e a casa de banho pareciam uma cena de crime, havia sangue por todo o lado. Deitei-o no meu colo e liguei para meu melhor amigo, que disse que o mesmo já tinha acontecido a um colega dele e que era uma fratura no pênis. Liguei depois para os serviços de emergência, que vieram imediatamente”, relata Megan.

Quando os paramédicos chegaram, os dois jovens estavam muito envergonhados para contar o que tinha acontecido pois, após Adam ser reanimado e serem pressionados, confessaram o que tinha acontecido. Seguiram-se três meses de dolorosa recuperação para o jovem modelo. Nas duas primeiras semanas após o acidente, Adam não conseguia andar nem mover as pernas.

“Foi a pior dor que senti na minha vida. É indescritível. Depois disso não gosto nem de ver sangue que já quero desmaiar”, relatou o jovem que, felizmente, ao fim de um mês foi informado que o seu pênis estava se recuperando das terríveis lesões sofridas. Assumindo que não volta a arriscar em posições sexuais mais aventureiras, Adam disse que está  feliz ao lado da namorada. “Foi um alívio quando percebi que não ia ficar sem órgão sexual! Não tenho planos para que algo assim volte a acontecer”, concluiu o inglês.